POR QUE LER UM LIVRO SOBRE FREUD?
julho 15, 2010

Enquanto o homem enxergar a culpa como um problema da ciência e não da religião, a influência de Sigmund Freud permanecerá impregnada na mente do homem moderno. Freud foi um arquiteto da mente moderna – um construtor profano – como Marx e Darwin. Ele foi também um inimigo da religião – especificamente da Bíblia e dos seus padrões absolutos. Ele cria que o teísmo bíblico era a “ilusão” que compunha o problema de culpa central do homem. Freud queria que o homem aceitasse seu predicamento moral sem referência ao pecado.

A motivação de Freud para a psicanálise foi a remoção da culpa em prol da autoaceitação. Ele postulou que o predicamento moral do homem era inescapável e a culpa inevitável, a menos que o homem pudesse chegar a um acordo com a sua prisão moral. Essa ideologia gerou a nova moralidade dos nossos tempos, em que tanto o homossexual como o cristão devem aceitar e abraçar um estilo de vida imoral. O fato de o homossexual condenar a si mesmo é chamado agora de doença mental, e o de alguém condenar o homossexual, de prova de doença mental.

Essa é uma ética destrutiva, consistente com o fato de Freud ver a si mesmo como um destruidor. Seu propósito era dissociar a culpa do pecado, tornando-a um problema da ciência e não da fé. Por meio dessa revisão Freud esperava destruir a religião.

Mas a remoção da influência religiosa cristã leva apenas à tirania, à medida que o Deus cristão é substituído pelo governo ditatorial da elite científica. O Totalitarismo assume o lugar do Deus Trino à proporção que os governantes científicos buscam controlar cada faceta da vida. A terapia de Freud era socialismo científico: um sincretismo das agendas científicas e políticas do homem moderno.

Essa análise de um dos personagens mais insidiosos da história fornecerá discernimento para o ataque moderno que busca abolir o cristianismo e o pensamento bíblico.

A resposta ao naturalismo de Darwin e Freud ainda é sobrenatural; o evangelho de Jesus Cristo ainda é a única esperança do homem. Mais do que nunca, o homem precisa ter seu pecado e culpa confrontados como seu fracasso moral perante Deus. A compreensão do erro de Sigmund Freud nos revelará inapelavelmente aquilo de que sua obra procurou se evadir, a responsabilidade do homem diante de Deus e a obra expiadora do Mediador divinal. A partir desse ponto, podemos estabelecer um trato realmente cristão da Psicologia, uma abordagem da qual Freud e os humanistas tentam escapar há muito.

R. J. Rushdoony, Freud (Publicado pela Editora Monergismo).

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Freud
julho 4, 2010

A resposta ao naturalismo de Darwin e Freud ainda é sobrenatural; o evangelho de Jesus Cristo ainda é a única esperança do homem. Mais do que nunca, o homem precisa ter seu pecado e culpa confrontados como seu fracasso moral perante Deus. A compreensão do erro de Sigmund Freud nos revelará inapelavelmente aquilo de que sua obra procurou se evadir, a responsabilidade do homem diante de Deus e a obra expiadora do Mediador divinal. A partir desse ponto, podemos estabelecer um trato realmente cristão da Psicologia, uma abordagem da qual Freud e os humanistas tentam escapar há muito.

A resposta ao naturalismo de Darwin e Freud ainda é sobrenatural; o evangelho de Jesus Cristo ainda é a única esperança do homem. Mais do que nunca, o homem precisa ter seu pecado e culpa confrontados como seu fracasso moral perante Deus. A compreensão do erro de Sigmund Freud nos revelará inapelavelmente aquilo de que sua obra procurou se evadir, a responsabilidade do homem diante de Deus e a obra expiadora do Mediador divinal. A partir desse ponto, podemos estabelecer um trato realmente cristão da Psicologia, uma abordagem da qual Freud e os humanistas tentam escapar há muito.

R. J. Rushdoony, Freud (Publicado pela Editora Monergismo).

Rushdoony 2010
janeiro 12, 2010

Eis alguns dos livros de R. J. Rushdoony que serão publicados pela Editora Monergismo em 2010, se Deus quiser (os títulos não são definitivos ainda!):

1- Freud
2- Um Estudo do Efeito do Neoplatonismo sobre o Cristianismo
3 – A Necessidade da Teologia Sistemática
4 – Lei e Liberdade
5 – Cristianismo e Estado
6 – Cobiça no Coração: A Economia de Satanás e o Estado Inflacionário

Veja aqui outros livros já publicados.

Senhorio e Soberania
novembro 3, 2009

Os cristãos não podem crer no senhorio e soberania do Estado. Só Jesus Cristo é o Senhor. Devemos rejeitar todas as outras reivindicações de soberania. Pouco a pouco a igreja tem-se afastado da lei de Deus e da soberania divina; tem-se tornado periférica à sociedade e rendido a liderança ao Estado. Das duas uma, ou revertemos esse processo, ou a igreja acabou-se.

Rousas J. Rushdoony, O Ateísmo da Igreja Primitiva” (Publicado pela Editora Monergismo).