Archive for julho \18\UTC 2010

Cristo
julho 18, 2010

“É inútil a todos o arrazoar, como o dos filósofos, acerca do labor do mundo. Só quem foi primeiramente humilhado pela pregação do evangelho aprendeu a submeter toda sua sabedoria intelectual (conforme expressa Paulo) à loucura da cruz. Nada acharemos, afirmo eu, na terra ou no céu, capaz de nos elevar até Deus, enquanto Cristo não nos instruir na sua própria escola. Mas isso não pode ser feito a menos que nós, havendo emergido dos abismos mais profundos, sejamos levados para cima, para além de todos os céus, na carruagem da sua cruz, a fim de podermos apreender pela fé as maravilhas que o olho jamais viu, que o ouvido nunca ouviu e que ultrapassam em muito nossos coração e mente. Lá, o reino invisível de Cristo preenche todas as coisas e a difusão da sua graça espiritual tudo permeia. Todavia isso não nos impede de aplicar nossos sentidos à consideração do céu e da terra, para que assim possamos buscar confirmação no verdadeiro conhecimento de Deus. Pois Cristo é a imagem na qual Deus apresenta à nossa vista não apenas o seu coração, mas também suas mãos e pés. Dou o nome de seu coração àquele amor secreto com o qual nos abraça em Cristo, pelas suas mãos e pés eu entendo essas suas obras manifestadas aos nossos olhos”.

João Calvino, Devocionais & Orações: Meditando com os Profetas Menores (Publicado pela Editora Monergismo).

POR QUE LER UM LIVRO SOBRE FREUD?
julho 15, 2010

Enquanto o homem enxergar a culpa como um problema da ciência e não da religião, a influência de Sigmund Freud permanecerá impregnada na mente do homem moderno. Freud foi um arquiteto da mente moderna – um construtor profano – como Marx e Darwin. Ele foi também um inimigo da religião – especificamente da Bíblia e dos seus padrões absolutos. Ele cria que o teísmo bíblico era a “ilusão” que compunha o problema de culpa central do homem. Freud queria que o homem aceitasse seu predicamento moral sem referência ao pecado.

A motivação de Freud para a psicanálise foi a remoção da culpa em prol da autoaceitação. Ele postulou que o predicamento moral do homem era inescapável e a culpa inevitável, a menos que o homem pudesse chegar a um acordo com a sua prisão moral. Essa ideologia gerou a nova moralidade dos nossos tempos, em que tanto o homossexual como o cristão devem aceitar e abraçar um estilo de vida imoral. O fato de o homossexual condenar a si mesmo é chamado agora de doença mental, e o de alguém condenar o homossexual, de prova de doença mental.

Essa é uma ética destrutiva, consistente com o fato de Freud ver a si mesmo como um destruidor. Seu propósito era dissociar a culpa do pecado, tornando-a um problema da ciência e não da fé. Por meio dessa revisão Freud esperava destruir a religião.

Mas a remoção da influência religiosa cristã leva apenas à tirania, à medida que o Deus cristão é substituído pelo governo ditatorial da elite científica. O Totalitarismo assume o lugar do Deus Trino à proporção que os governantes científicos buscam controlar cada faceta da vida. A terapia de Freud era socialismo científico: um sincretismo das agendas científicas e políticas do homem moderno.

Essa análise de um dos personagens mais insidiosos da história fornecerá discernimento para o ataque moderno que busca abolir o cristianismo e o pensamento bíblico.

A resposta ao naturalismo de Darwin e Freud ainda é sobrenatural; o evangelho de Jesus Cristo ainda é a única esperança do homem. Mais do que nunca, o homem precisa ter seu pecado e culpa confrontados como seu fracasso moral perante Deus. A compreensão do erro de Sigmund Freud nos revelará inapelavelmente aquilo de que sua obra procurou se evadir, a responsabilidade do homem diante de Deus e a obra expiadora do Mediador divinal. A partir desse ponto, podemos estabelecer um trato realmente cristão da Psicologia, uma abordagem da qual Freud e os humanistas tentam escapar há muito.

R. J. Rushdoony, Freud (Publicado pela Editora Monergismo).

Freud
julho 4, 2010

A resposta ao naturalismo de Darwin e Freud ainda é sobrenatural; o evangelho de Jesus Cristo ainda é a única esperança do homem. Mais do que nunca, o homem precisa ter seu pecado e culpa confrontados como seu fracasso moral perante Deus. A compreensão do erro de Sigmund Freud nos revelará inapelavelmente aquilo de que sua obra procurou se evadir, a responsabilidade do homem diante de Deus e a obra expiadora do Mediador divinal. A partir desse ponto, podemos estabelecer um trato realmente cristão da Psicologia, uma abordagem da qual Freud e os humanistas tentam escapar há muito.

A resposta ao naturalismo de Darwin e Freud ainda é sobrenatural; o evangelho de Jesus Cristo ainda é a única esperança do homem. Mais do que nunca, o homem precisa ter seu pecado e culpa confrontados como seu fracasso moral perante Deus. A compreensão do erro de Sigmund Freud nos revelará inapelavelmente aquilo de que sua obra procurou se evadir, a responsabilidade do homem diante de Deus e a obra expiadora do Mediador divinal. A partir desse ponto, podemos estabelecer um trato realmente cristão da Psicologia, uma abordagem da qual Freud e os humanistas tentam escapar há muito.

R. J. Rushdoony, Freud (Publicado pela Editora Monergismo).